O uso correto do “novo meio”

•16 setembro, 2008 • Deixe um comentário

Vantagem ou desvantagem?

Quando um vídeo produzido para televisão é publicado na web, ele ganha ou perde qualidades?

Dentro da infinidade de vídeos televisivos que foram publicados também na web, dois foram escolhidos para analisar se este “novo meio” está sendo usado da maneira correta ou poderia ser mais bem explorado.

É fácil dizer a primeira vista que na web é até melhor que na tv, pois o conteúdo é o mesmo e a web possui mais ferramentas. Será?

Para Mc Luhan não é assim tão simples. Ele chama a atenção para “o fato de uma mensagem proferida oralmente ou por escrito, transmitida pelo rádio ou pela televisão, pôr em jogo, em cada caso, diferentes estruturas perceptivas, desencadear diferentes mecanismos de compreensão, ganhar diferentes contornos e tonalidades, em limite, adquirir diferentes significados.”

Após este pequeno pensamento de Mc Luhan, será que já não se torna um pouco mais complexa a maneira de analisar estes vídeos dentro da hipermídia?

Claro que a televisão tem muitas limitações, mas se o vídeo foi produzido para ser televisivo, ele deve ter as caracterísitcas para o público desde meio. A web poderia ser uma grande aliada, como já está sendo em alguns programas de tv, como, por exemplo, no programa Casseta e Planeta, da Rede Globo. Matérias vão ao ar com conteúdo próprio para aquele espaço de tempo destinado ao quadro, mas estas mesmas matérias são melhores exploradas no site do programa, sem a principal preocupação que se tem nas edições de tv, o tempo. A edição principal é feita para a tv, mas também à uma preocupação com a web. Neste caso a matéria não é apenas jogada para dentro do site, perdendo menos as características do seu conteúdo.

Na web podemos ver os vídeos em qualquer hora, qualquer local, quantas vezes desejarmos, podendo pausar e continuar quando quizermos. Mas para isto dependemos de uma conexão, que as vezes “cai”, ou seja, não nos possibilita navegarmos no mundo virtual.

No meu ponto de vista, a web ainda não é tão explorada quanto poderia ser pelas emissoras de tv devido a questão dos comerciais. Para que investir na web sendo que quem traz o principal retorno fincanceiro é a tv?

Conforme Mc Luhan, é necessário identificar as características específicas de cada um desses diferentes meios de comunicação.

São poucas as pessoas que ficam uma hora em frente ao computador para assistir uma novela, por exemplo. É muito mais prático ler um resumo do que aconteceu em algum site e depois ir direto a parte da novela que lhe interessou. Sem mencionar que em nosso país a maioria da população ainda não tem acesso à uma internet rápida, capaz de carregar grandes arquivos em pouco tempo.

A tv não quer perder seu espaço para a web, não quer acostumar seu publico televisivo a assistir na web, e não na tela da tv. Acho que poderia ser melhor explorado este “novo meio”, à medida que cada vez mais o

Para finalizar, concordo com Mc Luhan quando ele diz que “o meio, o canal, a tecnologia em que a comunicação se estabelece, não apenas constitui a forma comunicativa, mas determina o próprio conteúdo da comunicação.


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Um pouco de mim

•6 agosto, 2008 • Deixe um comentário
Laboratório de Rádio

Laboratório de Rádio

Como primeiro registro gostaria de dizer que este blog surgiu no dia 05 de agosto de 2008, como primeira tarefa da disciplina de Jornalismo On Line I, do curso de Jornalismo, na qual curso na Unisinos, em São Leopoldo, Rio Grande do Sul.

Nasci e moro na cidade de São Leopoldo. Me considero uma pessoa que gosta de curtir a vida. Posso dizer que sou um daqueles alunos da turma que senta no fundo da sala, ou seja, aqueles mais por festas e não tão ligados na aula quanto deveria. Como ariano, me considero uma pessoa um pouco difícil de lidar. Sou também muito sincero, comigo é oito ou 80. Sou gremista de coração. Já tive muitos amigos, época em que a quantidade era o que importava, talvez assim me sentisse mais amado, mas hoje eu vejo que é melhor ter poucos e bons, ou melhor, ótimos e realmente pessoas que eu posso chamar de amigos, pessoas que se importam comigo, e eu com elas.